6 Roqueiros Nacionais que Fazem Falta

Esse mês completou 19 anos que Renato Russo faleceu. Ícone de uma geração, com suas letras e voz marcante o vocalista da Legião Urbana deixa saudade até hoje.

Não é só o Renato que faz falta, listamos 6 Roqueiros nacionais que já nos deixaram, para você relembrar:

Raul Seixas 1945-1989

Quem nunca gritou em um bar: “TOCA RAUL!”. O Raulzito realmente fez história, o pai do rock nacional deixou a sua marca com muito talento e personalidade. O Maluco Beleza, logo no começo da carreira já emplacou sucessos como ‘Metamorfose Ambulante’, ‘Ouro de Tolo’ e ‘Mosca na Sopa’. Junto com seu parceiro Paulo Coelho criaram a Sociedade Alternativa. Raul foi símbolo de estilo de vida, atitude e criatividade. Abriu as portas para muitos artistas e influenciou muitos roqueiros. Com certeza tinha espaço para ter feito muito mais...

Cazuza 1958-1990

Agenor de Miranda Araújo Neto, o Cazuza! Alguns acham que ele foi um burguês mimado e um mau exemplo para os jovens, outros idolatram e dizem que é o verdadeiro representante do rock nacional. Ao menos uma coisa é unanimidade: seu talento musical. O vocalista da banda Barão Vermelho, foi um grande compositor, cantor e empolgava o público por onde passava. Fui um dos primeiros a assumir a bissexualidade e dizer que era portador do vírus HIV. Realmente ele tinha os requisitos de um grande roqueiro, faleceu aos 32 anos e deixou sua voz eternizada em muitas canções, como ‘Ideologia’, ‘Exagerado’, ‘Codinome Beija Flor’, ‘Faz Parte do Meu Show’, entre outros sucessos.

Mamonas Assassinas 1995-1996

Essa banda com cinco jovens talentosos e um sucesso avassalador, sem dúvida nenhuma deixou a sensação de que poderiam fazer muito mais do que fizeram. Dinho, Bento Hinoto, Júlio Rasec, Samuel Reoli e Sérgio Reoli em nove meses de estrada, com simpatia, humor, talento e muito rock encantaram o Brasil. Seus sucessos são cantados até hoje, e muitos lembram quando a banda passava o programa inteiro no Domingo Legal ou no Faustão. Com roupas engraçadas e pantufas, colocaram seus nomes na história, nunca se esquecendo das letras criativas e do bom rock and roll.

Chico Science 1966-1997

Chico Science, pernambucano de Olinda mostrou toda sua criatividade e coragem ao misturar os estilos junto com a Nação Zumbi. Colocou muita percussão e muito batuque no rock. O disco ‘Da Lama ao Caos’ é muito elogiado pela crítica até os dias de hoje. Gilberto Gil chegou a dizer que Chico Science era a melhor novidade na música brasileira nos últimos anos. Outro talento nacional que deixou saudade.

Cassia Eller 1962-2001

Com muita presença de palco e personalidade fora dele, Cassia Eller marcou os anos 90. Considerada uma das melhores intérpretes nacionais, acrescentou muito com sua voz grave e marcante nas canções de Nando Reis, Renato Russo, Cazuza e outros. Também gostava muito de misturar os estilos, uma amostra disso foi o seu show no Rock in Rio em 2001, ano em que estava no auge da carreira. E aos 39 anos de idade, esse sucesso e talento foram interrompidos.

Chorão 1970-2013

O vocalista, cantor e líder da banda que acompanhou a adolescência da geração ‘Y’, jovens exigentes que até hoje cantam e postam frases das músicas do caiçara de Santos. Chorão, do Charlie Brown Jr é outro que deixou saudade. Com muito estilo e personalidade, chamando por muitos de poeta urbano, Chorão conseguia entender os jovens e expressar isso em suas músicas. Conseguia emplacar um sucesso atrás do outro, ‘Não é Sério’, ‘Vícios e Virtudes’, ‘Quinta-Feira’ e muitas outras canções fizeram e ainda fazem parte da playlist de muitos jovens.

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