Explosão no voo 283 Tam

No dia 09 de julho de 1997, um Fokker 100 que fazia rota diária entre Vitória e São Paulo, com escala em São José dos Campos sofreu uma repentina explosão entre os assentos 18 e 20, o que abriu em sua fuselagem um buraco de quatro metros quadrados e arremessou o engenheiro Fernando Caldeira de Moura Campos para fora do avião. O passageiro despencou de uma altura de 2 400 metros, a uma velocidade de 160 metros por segundo, criando uma falha de 1 metro de diâmetro no solo, em uma plantação de mandioca na cidade deSuzano, onde foi encontrado. Segundo o laudo cadavérico emitido pelo IML, apesar da explosão é muito provável que Fernando tenha chegado vivo e lúcido ao chão.

O clima de pânico durou 11 minutos, até que o comandante Humberto Angel Scarel conseguisse pousar no Aeroporto de Congonhas.

Às 9h03, o avião aterrissou. "Quando o comandante abriu a porta e viu como estava o avião, deu uma bronca na comissária, pois não sabia que havia o buraco.

Até então, ninguém sabia que o engenheiro Campos havia sido lançado para o ar. A própria direção da TAM só ficou sabendo às 9h50, pela Polícia Militar.

"Ouvi duas explosões, olhei para cima e não vi nada. De repente, alguma coisa passou na minha frente feito um foguete. Nunca imaginei que fosse uma pessoa", afirma a agricultora Maria Aparecida da Costa, a primeira a encontrar o corpo de Campos, próximo a uma plantação.

Foi constatado posteriormente que a explosão foi criminosa e o principal suspeito era o professor desempregado Leonardo Teodoro de Castro, que também viajava na aeronave e suspostamente teria tentado derrubar o avião ele chegou a ser inidciado mas nunca julgado, pois dias após a explosão foi atropelado por um ônibus, não se sabe se por tentativa de suicídio, e ficou mais de cem dias em estado vegetativo. Após um longo peíodo foi consiferado incapaz de ir a juri por seu estado de saúde.

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