Estados Unidos rompem relações diplomáticas com Cuba

No dia 3 de janeiro de 1961 - há 56 anos - os Estados Unidos romperam relações diplomáticas com Cuba. Isso ocorreu depois que Fidel Castro venceu o conflito da Revolução Cubana. Entre os dias 17 e 19 de abril do mesmo ano, os Estados Unidos ainda tentaram invadir Cuba via Baía dos Porcos. A operação foi uma frustração desastrosa para os Estados Unidos. Fidel Castro proclama então o caráter socialista, marxista-leninista da Revolução. No dia 19 de outubro de 1960, os Estados Unidos já haviam iniciado processo de implantação de sanções, ou embargos, à Cuba - esses embargos duram até hoje (por mais que tenham se tornado menos rigorosos).

Já no início de 1960, o presidente americano Dwight David Eisenhower já havia reduzido as cotas de importações de produtos como o açúcar advindas de Cuba, devido à relação achegada que a ilha tinha com a União Soviética e também aos constantes conflitos armados que ocorriam desde a revolução Cubana nos anos anteriores.

Mais recentemente, em 17 de dezembro de 2014, o governo Obama restabeleceu a diplomacia entre os Estados Unidos e Cuba, que tinha como líder agora o irmão de Fidel, Raúl Castro, no processo chamado informalmente de degelo cubano.

As reuniões que levaram ao "degelo" ocorreram secretamente no Canadá e no Vaticano, já que tiveram o apoio do governo canadense e do papa Francisco. Fidel faleceu em 25 de novembro de 2016.

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