Envenenamentos famosos

Já vimos no post do Yasser Arafat que, provavelmente ele foi envenenado. Entretanto há outros políticos, ou líderes que foram ao menos supostamente envenenados.

Vejamos então exemplos de políticos, militares ou chefes de estados envenenados.

O primeiro: Stepan Bandera, líder nacionalista Ucraniano que chefiava a Organização dos Nacionalistas Ucranianos e membro da liderança do governo ucraniano desde 1941 . Líder nacionalista Stepan Bandera

Bandera foi encontrado sangrando na portaria do seu prédio em 15 de outubro de 1959 e morreu pouco tempo depois. Em 1961 foi constatado que Bandera foi assassinado por envenenamento, e a substância foi cianeto. Stepan Bandera foi assassinado pela KGB.


O segundo: Viktor Andriyovych Yushchenko, ex presidente, primeiro ministro e líder parlamentarista da Ucrânia.

Foi o líder da Revolução laranja , que o conduziu ao poder após as eleições presidenciais de 26 de dezembro de 2004, com 52% contra 44% do então primeiro-ministro Victor Yanuckovick. Durante sua campanha para a presidência da Ucrânia, num episódio que ficou bem conhecido, Yushchenko sofreu uma tentativa de envenenamento com TCDD, uma dioxina extremamente tóxica.
Viktor Yushchenko

Mas, ao contrário do que era esperado, o veneno apenas o incapacitou durante a campanha presidencial e deixou seu rosto inchado e marcado. Foram levantadas suspeitas de envolvimento do Kremlin no atentado, em razão das inclinações pró-ocidentais de Yushchenko.

O terceiro: Alexander Valterovich Litvinenko, foi um tenente-coronel da FSB que desertou para o Reino Unido em serviço. Litvinenko seria perseguido pelos serviços secretos russos até a sua misteriosa morte por envenenamento.

Valterovich Litvinenko Alexander Valterovich Litvinenko envenenado

Litvinenko era opositor do governo russo e do presidente de seu país, Vladimir Putin, o principal acusado de ser o mandante de sua morte.

Litvenenko foi hospitalizado em 1º de novembro de 2006, falecendo três semanas depois contaminado por polônio-210, um isótopo radioativo altamente tóxico também encontrado na residência de Boris Berezovsky. Antes de sua morte, emitiu uma declaração imputando seu envenenamento à ordem do presidente russo.

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