Encontrado os destroços do Titanic

No dia 01 de setembro de 1985 foi encontrado no fundo do oceano atlântico, o triunfo da engenharia naval do começo do século passado. O Titanic.

Em sua viagem inaugural com mais de 2.200 pessoas a bordo, no dia 15 de abril de 1912 o navio afundou e se tornou o navio mais famoso da história e carrega até hoje mistério e misticismo.

As operações para encontrar o Titanic começaram no dia 5 de agosto de 1985. Para localizar os restos do transatlântico, um grupo de pesquisadores franco-americano usou um robô submarino, capaz de resistir à pressão esmagadora e à escuridão do fundo do mar, equipado com câmeras de monitoramento e um sistema sonar. A sonda mostrou itens soltos do navio nas profundezas e os cientistas perceberam que estavam sobre o “campo de destroços”.

Comandado pelo capitão Edward John Smith, o navio partiu da maior cidade portuária da Inglaterra, Southampton, rumo à Nova York, nos Estados Unidos, no dia 10 de abril de 1912.

O poderoso navio era mais frágil do que se imaginava. Antes da descoberta dos restos do navio, pensava-se que o choque com um iceberg havia provocado um rombo de 100 metros no casco. Mas oceanógrafos e peritos esclareceram que os rebites foram responsáveis pela entrada da água. A embarcação foi a pique em pouco mais de duas horas e meia.

A busca dos restos do transatlântico "Titanic" está relacionada com uma missão secreta de espionagem que tentava encontrar dois submarinos nucleares afundados durante a Guerra Fria. O Dr. Robert Ballard, o homem que liderou a busca para localizar os destroços do Titanic, revelou que a busca pelo navio foi apenas uma camuflagem para a missão verdadeira de inspecionar os restos de dois submarinos nucleares da Guerra Fria: o Tresher e o Scorpion.

O professor Bob Ballard confirmou que foi obrigado a buscar os restos dos dois submarinos afundados durante a década de 60, em uma missão secreta financiada pela marinha norte-americana, antes de ser autorizado a encontrar o Titanic.

O Titanic levou para o fundo do Atlântico Norte, além das mais de 1,5 mil vítimas, uma fortuna em ouro, pedras preciosas, obras de arte e muito dinheiro. Até a localização do navio, acreditava-se que ele havia sido sepultado inteiro no mar. No entanto, a descoberta mostrou que a proa e a popa estavam separadas por 720 metros.

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