E se... Ayrton Senna não tivesse morrido?

Há 24 anos, Ayrton Senna se tornava Tricampeão de F1. Todas as vezes que falamos do piloto brasileiro, fica a dúvida: “E se Ayrton Senna não tivesse morrido...”.

Tomamos a liberdade de imaginar e escrever sobre isso.
Agora é sua vez, liberte sua imaginação e aproveite temporada por temporada da vida do fantástico piloto brasileiro.

Temporada 1994 - 34 anos

O acidente em Imola fez Ayrton Senna levar ainda mais a sério a segurança na F1. O hiato de 15 dias entre o GP de San Marino e de Mônaco foi de grandes discussões nos bastidores da principal categoria do automobilismo. Senna exerceu o papel de liderança dos pilotos e propôs inclusive boicote se não houvesse significativas melhorias. As críticas à Benneton e as suspeitas de irregularidades ainda eram constantes e apesar disso Schumacher colecionava vitórias. Foram quatro nas quatro primeiras corridas e uma pole no GP da Espanha (surpreendendo inclusive Ayrton Senna que havia conquistado a pole nas quatro primeiras corridas). Foi a partir da Catalunha, entretanto, que a sorte começou a mudar para a Williams. Foi o primeiro triunfo de Senna, com direito à dobradinha. A partir daí a batalha Bennetton-Williams foi intensa dentro e fora das pistas. Senna conseguiu seis vitórias na temporada (Hill, segundo piloto, conquistou uma), mas não foi suficiente para superar o jovem alemão (apesar das punições sofridas), que se tornaria o segundo grande rival de Ayrton nas pistas.


Temporada 1995 - 35 anos

Senna não descansou até o início da temporada. Seu foco era retomar a supremacia da F1. Nos bastidores continuava brigando sobre a temporada 1994 e a credibilidade do título da Bennetton. A Williams havia evoluído e dava sinais que o tetra do Brasileiro chegaria. Já no GP do Brasil houve um domínio da escuderia inglesa, que fez a dobradinha. As vitórias ocorreram até San Marino, com um hiato no GP da Catalunha, vencido pelo alemão. A partir daí foi um revezamento entre Ayrton e Michael. Na décima sétima prova, em Adelaide, os dois ainda brigavam pelo título. Um problema mecânico tirou Schumacher da prova e com isso Senna era tetracampeão mundial. Em agradecimento ao seu escudeiro Damon Hill, Senna cedeu à primeira posição no GP para o britânico, repetindo o que havia feito anos antes com seu grande amigo Berger. Enquanto isso, Rubens Barrichello, apadrinhado de Senna, dava sinais de evolução. O tetracampeão já o chamava de natural sucessor.

Temporada 1996 - 36 anos

Nas férias a vida de Ayrton como sempre foi muito agitada. A separação de Adriane Galisteu ocupava todas as capas de revistas de fofoca e o piloto resolveu se refugiar em Mônaco. O ano de 1996 foi um domínio completo da Williams, que ganhou 14 das 16 corridas (12 com Senna e 2 com Hill). Foi um dos títulos mais fáceis do brasileiro, que se tornava pentacampeão mundial. Considerando sua missão cumprida na equipe britânica, Senna resolve anunciar que irá realizar um sonho antigo: pilotar uma Ferrari. A notícia ruim era que não seria uma época tão tranquila. A tradicional equipe italiana não vivia seus melhores anos e seu companheiro de equipe seria o campeão mundial Michael Schumacher, que havia assinado contrato com a escuderia antes e não gostou muito da notícia da contratação do brasileiro.

Temporada 1997 - 37 anos

Já no começo do ano deu para notar que a Ferrari tinha feito besteira. No contrato assinado por Schumacher e Senna havia uma cláusula que informava o primeiro piloto, era o Brasileiro, mas isso não impedia de tornar uma briga aberta. Senna não aceitou isso e por várias vezes discutiu. Schumacher, por outro lado, não se considerava inferior e não aceitava o posto de segundo piloto. Foi uma temporada inteira de conflitos, que resultaram em um pífio ano da tradicional escuderia. A experiência Schumacher e Senna havia falhado no primeiro ano, mas não iria acabar. Os expectadores estavam assistindo ao crepúsculo de uma lenda e ao nascimento de outra e este período juntos se tornou um dos grandes momentos da história da fórmula 1. Ah, o título da temporada de 1997 foi para a Williams, que ainda dominava. Jacques Villeneuve, filho do lendário Giles, conquistava o título. Damon Hill, que teve uma temporada bem abaixo do esperado, foi demitido no final do ano e deu lugar ao jovem piloto brasileiro Rubens Barrichello, que vinha se destacando demais.

Temporada 1998 - 38 anos

Apesar da pressão de Senna para ter Berger como companheiro de equipe (o amigo havia se aposentado no final de 1997), a Ferrari manteve Schumacher no posto e o resultado foi melhor do que o da temporada anterior. A McLaren, que manteve Mika Hakkinen e David Coulthard foi superior, porém a Ferrari já dava mostrar de uma supremacia que estava por vir. Ao todo a escuderia onde Senna sagrou-se tricampeão venceu 9 corridas (oito com Mika Hakkinen e uma com Coulthard) e a Ferrari venceu 7 (4 com Ayrton e 3 com Michael). Hakkinen conquistou o título. Rubinho, comandando o carro da Williams, teve um desempenho apenas satisfatório, nada mais.


Temporada 1999 - 39 anos

A carreira de Senna já era questionada devido à idade. Com 39 anos, muitos já pressionavam o pentacampeão mundial para uma aposentadoria. O piloto, exausto em responder sobre o tema, decidira não mais conversar com a imprensa. Era uma atitude extremista de alguém tão carismático quanto Ayrton. Na última declaração do piloto à Rede Globo, Senna deixava claro sua ambição: "Serei hexa e só então me aposentarei”.
Com um carro melhor, Mika Hakkinen era franco favorito ao bicampeonato. Na Williams, Rubinho era o primeiro piloto e tinha o irmão mais novo de Michael, Ralf, como segundo piloto. A equipe onde Senna conquistara dois títulos mundiais vivia no pelotão do meio. A temporada ficou marcada por um sério acidente envolvendo Michael Schumacher na Grã-Bretanha. O fato, inclusive, serviu para mudar a relação Senna-Schumi. Tradicionalmente conhecido por brigar pela segurança dos pilotos, Ayrton fez severas críticas e pressionou bastante a FIA buscando mudanças. Para ele já não havia espaço para desculpas. “Desde 1994, ou melhor, antes disso, brigo, brigo, brigo e nada acontece. Ou algo muda ou nós pilotos não iremos mais aceitar.". A saída de Michael de seis GPs também ajudou Ayrton na briga pelo título. A Jordan com Heinz Harald Frentzen conquistou duas vitórias, porém nas outras 14 houve um revezamento entre Ferrari e McLaren que fez com que a diferença entre o finlandês e o brasileiro fosse de apenas 2 pontos na etapa final. Schumacher, que voltou a correr no GP da Malásia abertamente falou em ajudar o brasileiro na busca pelo hexa. Não deu. Hakkinen e a McLaren conquistavam o bicampeonato. A pressão nos ombros de Ayrton Senna era grande e ele começou a cogitar o fim.


Temporada 2000 - 40 anos

Logo ao término da temporada de 1999, Senna havia anunciado que estava encerrando sua carreira na F1. Triste com a perda do título, Ayrton já não tinha a mesma motivação de sempre. Foi aí que Michael Schumacher, com ajuda da esposa do então pentacampeão mundial, Xuxa Meneghel, convenceram o piloto de que ainda não era hora de parar. Senna precisava realizar o último desejo. Após um período de reclusão o brasileiro anunciava ao lado de Ross Brawn e Michael Schumacher que estava de volta para mais uma busca pelo hexa. Toda a equipe estava focada no objetivo e o ano foi muito bom para a escuderia. Ao todo foram 11 vitórias (sendo 10 de Senna e 1 de Schumacher no GP da Alemanha). Senna finalmente conquistava o hexacampeonato mundial e colocava seu nome de vez na história do esporte. Muitos pensaram que este seria o último passo de uma carreira brilhante, mas o grande ídolo nacional preparava uma grande surpresa para o fim.


Temporada 2001 - 41 anos

Ayrton e a Ferrari se separaram amigavelmente. O brasileiro alegava que iria para uma grande e ousada oportunidade. A Ferrari, então, acreditou no brasileiro Rubens Barrichello, que vinha de anos constantes, porém sem brilho na Williams, para ser o companheiro de equipe de Michael Schumacher, agora grande nome da Escuderia. Senna, que havia sido convidado por Ross Brawn para ser consultor, anunciara ao lado de seu arquirrival nas pistas e agora grande amigo, Alain Prost, a parceria que iria revolucionar a Fórmula 1. Senna seria o primeiro piloto da Prost GP, que após um interessante início começou a declinar. A ida de Senna para a Prost GP trouxe vários patrocinadores, colocando a equipe em outro patamar. A Ferrari seria responsável por fornecer o motor à equipe, em negociação com o próprio Ayrton. Jean Alesi seria o segundo piloto com a missão de ser o fiel escudeiro do então hexacampeão. O que se viu neste ano foi algo fantástico para a F1. Com 9 vitórias em 17 GPs, Schumacher foi campeão, com Rubens Barrichello em segundo lugar e Ayrton Senna em terceiro. A Prost GP surpreendia o mundo do automobilismo brigando de frente com McLaren e Williams em todas as corridas. Levou a melhor por pouco. Mike Hakkinen e Ralf Schumacher terminaram em quarto e quinto respectivamente. O pódio em Suzuka foi um dos grandes momentos do automobilismo brasileiro. Com Rubinho na primeira posição e Senna em segundo, aquela seria a última vez que os dois estariam entre os três primeiros. Schumacher começava a sequência de títulos que iria incluí-lo no debate de melhor da história.


Temporada 2002 - 42 anos

O ano de 2002 começou com o anúncio da despedida de Ayrton Senna. Seria a última temporada do hexacampeão mundial. Alain Prost já anunciara que o seu amigo seria consultor da equipe francesa a partir de 2003. Senna teve apenas três grandes momentos no ano, ao vencer o GP de Mônaco pela 13ª vez. Um recorde absoluto, e as vitórias em Interlagos e Suzuka. Foi um fim de carreira perfeito do já considero maior piloto da história. Das demais 13 corridas, 12 foram vencidas pela Ferrari (a única que não foi teve como vencedor Ralf Schumacher na Williams). Era o tricampeonato (bi consecutivo) de Michael Schumacher. Senna terminara em quarto lugar (apesar das três vitórias não conseguiu completar várias provas), sendo Rubens Barrichello o vice-campeão pela segunda vez. Neste ano a relação de proximidade entre Ayrton e Rubens foi prejudicada pelo incidente no Grande Prêmio da Áustria, onde Rubinho cedeu passagem para Michael. Senna não poupou críticas ao compatriota e chegou a dizer que esta não é a atitude de um campeão.


Temporada 2003 - 43 anos (1º ano aposentado)

Ayrton curtia as férias com Xuxa quando soube que seria pai pela primeira vez. O casal era o mais importante e que despertava mais curiosidade da mídia. Senna estava realizado. Havia conquistado seis títulos mundiais por três equipes e continuaria na fórmula 1 como consultor da Prost GP, que agora contava com Kimi Raikkonen, recém saído da McLaren e Jean Alesi. Um dos grandes defensores da contratação de Kimi foi o próprio Senna, que não via Alesi como um sólido primeiro piloto inicialmente contra a vontade de Prost, que queria manter o francês. Convencido pelo brasileiro, Prost fez um lucrativo contrato com o finlandês. Na Ferrari, Michael Schumacher e Rubens Barrichello continuavam dominando a categoria. Ayrton mesmo trabalhando para a Prost GP indicou o brasileiro Felipe Massa para a vaga deixada por Kimi na McLaren, com David Coulthard de primeiro piloto. Ayrton apostava agora as fichas em Massa para o futuro depois da decepção com Rubens. Das 16 provas no ano a Ferrari venceu 7, todas com Michael Schumacher. As demais foram vencidas pela Williams (5), com Ralf Schumacher, pela McLaren (3) duas com Coulthard e outra com Massa e pela Renault com o jovem Fernando Alonso. Michael Schumacher era tetracampeão mundial e Prost GP tinha um desempenho bem abaixo do esperado, ficando apenas em sexto lugar no mundial de construtores.


Temporada 2004 - 44 anos

Senna não aceitou bem o fraco desempenho da Prost GP em 2003 e queria mudanças. Sua ótima relação com a Honda fez com que os japoneses se interessem pela equipe e passassem a fornecer o motor à equipe. Foi a grande sacada do hexacampeão mundial. A Ferrari estava muito acima dos rivais, mas essa ideia do Brasileiro, assim como algumas mudanças estruturais na equipe, fez com que a Prost GP fosse vice-campeã. Kimi Raikkonen venceu apenas um GP, na Bélgica, e os demais foram dominados pela Ferrari (com exceção da corrida de Mônaco com Trulli da Renault). Michael Schumacher se sagrava pentacampeão mundial e falava: "serei hexa assim como o Senna e então me aposentarei”.


Temporada 2005 - 45 anos

A temporada de 2005 seria a soberania francesa na F1. Tanto Prost GP quanto Renault andaram na frente durante todo o ano e Kimi Raikkonen e Fernando Alonso duelaram pelo título corrida após corrida. A decisão ocorreu no GP da China, onde o espanhol sagrou-se campeão pela primeira vez. Prost havia sinalizado anteriormente que gostaria de firmar uma parceria com a Renault, mas Senna há anos batia o pé com a Honda. O destino dos dois tomaria outro rumo a partir de 2005. Apesar do vice-campeonato mundial, Alain Prost alegou que os altos custos para manter uma equipe de F1 fariam com que ele desistisse da equipe e que iria fazer parte da Renault a partir de 2006. Senna, então decidiu que era o momento de iniciar uma nova caminhada com a Senna GP.


Temporada 2006 - 46 anos

Havia duas equipes novas na F1: Senna-Honda GP e a Red Bull Racing. Já a Renault agora tinha como um dos principais acionistas Alain Prost. Buscando o bicampeonato, a escuderia francesa tinha um brasileiro como pilotos de testes (Nelsinho Piquet). O jovem Fernando Alonso, campeão no ano anterior permaneceria como primeiro piloto. Na Senna-Honda o burburinho foi grande na pré-temporada. Senna contratou Jenson Button e Felipe Massa como pilotos. Kimi Raikonnen voltou à McLaren. Rubens Barrichello, que sinalizou o interesse em fazer parte da Senna-Honda teve que se contentar em continuar sendo segundo piloto da Ferrari. Renault e Ferrari revezaram nas vitórias (9 e 9 respectivamente). O título ficou decidido no GP do Brasil, com vitória do alemão Michael Schumacher que se sagrava hexacampeão mundial. Como prometido, encerrou a carreira após o feito. A Senna-Honda GP terminou em quarto lugar, atrás de Renault, Ferrari e McLaren. Senna queria mais, mas sentia falta de um piloto de elite, e deixava isso muito claro.


Temporada 2007 - 47 anos

Ayrton tentou de tudo fazer Schumacher desistir da ideia da aposentadoria. O alemão não se sentia mais no mesmo nível e decidiu encerrar a carreira por alto. A aposentadoria do piloto movimentou bastante as equipes. A McLaren agora tinha Fernando Alonso e um jovem piloto chamado Lewis Hamilton. A Renault apostaria Fisichella e Rubens Barrichello. Kimi Raikkonen, que havia retornado à McLaren aceitaria a proposta de ser piloto #1 da Ferrari. Felipe Massa foi chamado para ser o segundo piloto e decidiu aceitar, o que revoltou Ayrton. Foi aí que o brasileiro fez uma aposta ousada e que se provara certeira. Sebastian Vettel seria o segundo piloto da Senna-Honda, com Jenson Button ainda sendo o primeiro piloto. O desempenho não foi nem perto do que aconteceu no ano anterior e a equipe terminou em oitavo lugar. Senna já não estava tão satisfeito com a ideia de ter uma equipe na F1 e já começava a cogitar vender. A McLaren e Ferrari brigaram durante todo o campeonato pelo título, porém uma investigação comprovou que a equipe britânica estava espionando a italiana, gerando a desclassificação da McLaren e o título da Ferrari. Kimi Raikonnen sagrava-se campeão pela equipe, com Fernando Alonso em segundo lugar.


Temporada 2008 - 48 anos

A derradeira temporada de Ayrton Senna na principal categoria de automobilismo teve pontos positivos. Sebastian Vettel, sua aposta, conquistou a primeira (e única) vitória da equipe em Monza. Lewis Hamilton, inglês da McLaren, brigou com Kimi Raikonnen e Felipe Massa pelo título até a última etapa no Brasil. Massa estava com o título nas mãos, porém uma ultrapassagem de Lewis Hamilton em Timo Glock já na última volta encerrou o sonho de ter um brasileiro novamente campeão. Rubens Barrichello, que havia sido demitido da Renault para dar lugar a Nelsinho Piquet, retornou à Williams neste ano para ser o primeiro piloto ao lado de Nico Rosberg. A relação com Senna nunca mais foi à mesma depois do ocorrido em 2002 e das trocas de farpas nas mídias. A Senna-Honda terminou apenas em nono lugar (todos os pontos feitos por Vettel) e Senna decretara o fim da escuderia.


Temporada 2009 - 49 anos

Ayrton Senna vende sua equipe para Ross Brawn, seu antigo patrão, que cria a Brawn GP. O brasileiro tem dois convites: ser chefe de equipe da Brawn e da Ferrari. Decide retornar à escuderia italiana, onde novamente trabalharia com Felipe Massa. O titulo veio para Jenson Button, então na Brawn, porém a descoberta do escândalo conhecido como "Singapore Gate", onde Flavio Briatore e Pat Symonds ordenaram que Nelson Angelo Piquet batesse em um local do circuito visando favorecer o companheiro de equipe, Fernando Alonso, foi a gota d´água para Ayrton, que não poupou críticas especialmente ao brasileiro. O pai e antigo desafeto, Nelson Piquet, não gostou e as trocas de farpas foram páginas de jornal por muito tempo. Senna decide se aposentar da F1 de vez.


Temporada 2014 - 54 anos

Para comemorar os 30 anos da estreia de Ayrton Senna na F1, o ex-piloto é convidado para dirigir a antiga Toleman no prova de Interlagos. Senna, inclusive, cogita um retorno à F1 que até a presente data nunca aconteceu.

Temporada 2015 - 55 anos

Em uma das transmissões mais lendárias de todos os tempos do esporte nacional, Ayrton Senna, Nelson Piquet e Emerson Fittipaldi se reúnem para comentar a etapa de Interlagos da F1 pela Rede Globo. Galvão Bueno, extremamente emocionado, ainda narra uma fantástica vitória de Felipe Massa, que seria campeão mundial naquele ano. Após décadas Nelson Piquet e Ayrton Senna selam a paz em rede nacional.

Texto escrito pelo nosso leitor, amigo e amante de automobilismo: Luiz Fernando Albuquerque

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